Mundo pet: como se aproximar dos animais sem sofrer com mordidas e arranhões

Tempo de leitura: 3 min

Escrito por admin
em novembro 24, 2022

Saiba como se comportar de maneira adequada para não ser reconhecido como uma potencial ameaça para os animais

Cães e gatos são excelentes companheiros, estão sempre prontos para dar amor, carinho e muita atenção aos seus tutores. Entretanto, existem situações em que o pet se sente acuado e uma interação com ele pode acabar em mordida ou arranhão.

Esse tipo de comportamento é comum quando os pets perdem sua zona de conforto e segurança, como quando são levados a um serviço veterinário nunca antes visitado, na presença de um estranho no território do animal ou quando chegamos perto dos filhotes de uma fêmea, por exemplo.

Nessas situações específicas, é importante se comportar de maneira adequada para evitar um episódio de agressão. Afinal, para o animal reagir de forma agressiva, provavelmente ele se sentiu em perigo, ameaçado ou está ferido.

Para que você consiga se aproximar dos animais sem sofrer mordidas e arranhões, fizemos esse guia rápido de como entrar no mundo pet sem ser considerado uma ameaça pelos peludos.

Boa leitura!

Guia para se aproximar dos animais com segurança

Qualquer pet, por mais dócil e gentil que seja, pode se sentir ameaçado em determinadas situações e reagir de forma agressiva para se proteger.

Dessa forma, o primeiro passo para interagir com os animais sem correr o risco de levar uma mordida ou arranhão é manter-se atento durante a aproximação. Nunca corra para chegar até o pet e evite qualquer tipo de movimento brusco. Ele pode estar desatento e reagir com agressividade no susto, por puro instinto de sobrevivência.

Quando chegar perto do animal, mantenha a atenção nas reações dele. Os cães costumam rosnar, arrepiar os pelos e guardar a cauda entre as pernas. Os gatos assopram, mostram os dentes, arqueiam a coluna, arrepiam os pelos do rabo e suas pupilas dilatam instantaneamente antes de um ataque.

Seja cão ou gato, o animal sempre demonstrará de alguma maneira que não está satisfeito com determinada situação.

Outro ponto importante é a leveza e o cuidado na hora de se aproximar das fêmeas com filhotes. Qualquer aproximação nesse caso é considerada uma ameaça, por mais íntimo que o animal seja de seus tutores. 

Se puder evitar contato, é melhor deixar a mãe e seus bebês em paz. Caso seja necessário pegar a fêmea ou algum filhote, antes é preciso afastar a mãe dos pequeninos.

E se o animal estiver ferido, como agir?

Se o animal estiver ferido ou se existir a necessidade de manuseá-lo, como em um acidente, uma briga, na ida ao veterinário ou qualquer outro motivo, a melhor maneira de se comportar é tomar medidas para não colocar ambas as partes em risco.

Para os cães, é aconselhável fazer uma mordaça para manter a boca do animal fechada e se prevenir das mordidas. Você pode utilizar uma focinheira para isso ou improvisar com uma corda ou cadarço de sapato/tênis, enrolando em volta da boca e prendendo atrás do pescoço. Depois de amordaçar o cão, pegue-o pelas costas e leve-o até o veterinário. 

Já com os gatos feridos, o processo é um pouco mais complexo, pois eles são muito mais ágeis e instintivos que os cães. Além de mordidas, você pode levar muitos arranhões, já que as garras são sua principal arma de defesa. 

Uma boa dica é pegar uma toalha bem grande ou uma coberta, jogar pelas costas e enrolar o animal com as patinhas fechadas. Depois que fizer um “pacotinho” com o bichano, você pode manuseá-lo e levá-lo para onde for preciso. 

Não se esqueça de transportar o gato dentro da caixinha durante o trajeto até o veterinário, pois num piscar de olhos ele pode fugir e ficar ainda mais vulnerável na rua.

Levei uma mordida/arranhão, o que devo fazer?

Se você não conseguir se aproximar com segurança e for ferido pelo animal, o primeiro passo é se afastar do pet e lavar o ferimento imediatamente com água e sabão. 

É importante higienizar muito bem e colocar água oxigenada ou outro antisséptico, pois existe uma infinidade de bactérias nos dentes e nas garras dos pets que podem ser nocivas para nosso organismo e infeccionar a ferida.

Caso o animal seja desconhecido, procure a unidade de saúde mais próxima, pois você corre o risco de contrair raiva. Lá eles tomarão as medidas adequadas para sua saúde e seu bem-estar.

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