Como investir em criptomoedas?

Tempo de leitura: 4 min

Escrito por Carlos Meira
em julho 7, 2022

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Como investir em criptomoedas?

Depois de revolucionar o conceito de pagamentos digitais, as criptomoedas ganharam popularidade e entraram no radar de pequenos investidores. Mas, será que vale a pena investir nesses ativos digitais?

Depois de revolucionar o conceito de pagamentos digitais, as criptomoedas ganharam popularidade e entraram no radar de pequenos investidores. Mas, será que vale a pena investir nesses ativos digitais?

Quem poderia imaginar que o Bitcoin sairia de apenas cinco centavos de dólar, em 2010, para atingir o último recorde de quase US$ 70.000 por unidade?

Histórias fantásticas de investidores que ganharam fortunas investindo uma pequena quantia de dinheiro fizeram com que a ideia de comprar criptomoeda deixasse de ser algo estranho para se tornar uma opção cada vez mais comum na carteira de muitos investidores em todo o mundo.

Porém, por ainda se tratar de um mercado incipiente e sem regras bem estabelecidas, investir em criptomoedas é muito arriscado, especialmente em razão da alta volatilidade, responsável por fazer seus preços registrarem oscilações alucinantes em pouco tempo.

Neste artigo, você vai saber mais sobre as vantagens e os riscos dos criptoativos e vai aprender como investir em criptomoedas da maneira certa.

Criptomoedas entram no radar dos investidores

As criptomoedas foram criadas com o objetivo de fornecer uma forma segura de as pessoas realizarem transações entre si, através de um sistema transparente, descentralizado e protegido por criptografia.

Essas transações são assinadas digitalmente e verificadas por uma rede distribuída de computadores (mineradores), que fazem seu registro em cadeias de blocos, ou “blockchain”. Em troca, os mineradores recebem uma recompensa na criptomoeda para a qual prestam esse serviço.

Esse mercado teve uma extraordinária expansão nos últimos anos, superando o valor de US$ 3 trilhões no pico recente, em novembro de 2021, com milhares de criptoativos disponíveis para investir. Os dois principais deles, Bitcoin e Ethereum, respondiam por mais da metade desse valor.

Com isso, o interesse em investir em criptomoedas também cresceu, juntamente com esse mercado que ainda carece de regulamentação clara em diversas partes do mundo. Por isso, é comum que as pessoas se perguntem se é seguro investir em criptomoedas.

Investir em criptomoedas é seguro?

Em primeiro lugar, graças à robustez, segurança e transparência das principais blockchains, em especial à do bitcoin, o risco de fraude no sistema em si é mínimo. A maior vulnerabilidade, no entanto, está na forma como os criptoativos são guardados ou custodiados, bem como na confiabilidade da rede de criptos mais especulativas.

Assim, desde que você guarde de forma segura suas chaves e evite deixar suas moedas digitais custodiadas em corretoras, também chamadas de exchanges, é muito pouco provável que você perca suas criptomoedas ou seja vítima de furto ou acesso não permitido.

Ainda que a vasta maioria dos países não tenha estabelecido regras para a negociação de criptoativos, isso não quer dizer que seja ilegal realizar transações ou investir nelas. No Brasil, por exemplo, os contribuintes são obrigados a declarar qualquer posição em criptoativos em sua declaração anual de imposto de renda.

Esclarecidas essas questões, vamos à pergunta principal.

Como investir em criptomoedas?

Existem duas formas principais de inserir criptoativos na sua carteira: a direta e a indireta.

No investimento direto, é necessário abrir uma conta em uma corretora, passar pelo processo de verificação de identidade e comprar, através de uma das moedas fiduciárias aceitas, os ativos digitais do seu interesse. Muitos investidores que já têm criptomoedas colocam seus ativos digitais à venda nessas plataformas, que podem ser tanto privadas quanto descentralizadas, isto é, não administradas por uma empresa responsável.

As exchanges descentralizadas são mais indicadas para usuários avançados, que tenham um conhecimento maior sobre aspectos de segurança e risco dessas plataformas, já que, como ressaltamos, elas não são administradas por uma única entidade com sede estabelecida. Todas as transações são feitas entre os próprios usuários, sem intermediários.

No investimento indireto, é possível ter exposição à classe de criptoativos investindo em fundos tradicionais ou em empresas que atuam nesse mercado, seja fornecendo tecnologia de software e hardware ou atuando diretamente na prestação de serviços, como o de mineração e corretagem.

Atualmente, existem diversos fundos de investimento focados em criptomoedas listados em bolsa que aplicam os recursos dos cotistas diretamente em criptoativos ou em produtos derivados, como contratos futuros. Para investir neles, basta ter uma conta em uma corretora tradicional e abrir uma posição através do home broker ou aplicativo de celular.

Por fim, é importante que os investidores entendam que as criptomoedas são ativos extremamente arriscados em razão da sua volatilidade. Por isso, só devem alocar recursos que estejam dispostos a perder na classe de ativos, e não como estratégia principal de formação de patrimônio.

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